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Blog de maycon.victor
 


Novos rumos culturais

Imagino que estão esperando a continuação da história, mas tudo tem seu tempo.

 

Quero falar sobre o que estou vendo em termos culturais.

Um pouco de conteúdo para os fúteis

 

Sabemos que o universo conspira a nosso favor e existem perguntas fúteis que nos fazem diariamente. Isso nos faz refletir, sobre com quem estamos comunicando. Hoje, a Internet tem um papel importante em nossas vidas e, é mal aproveitada e deve ser bem utilizada. Assim como a comunicação está em nosso convívio diário, estamos acertando e errando, todos os dias.

 

Na próxima terça-feira faremos história, em Ji-Paraná. As bandas, Calibre a Gosto, Tatudikixuti e Spitfire, vão inaugurar o palco do Complexo de Lazer Beira-Rio. Nunca passou pela cabeça desses garotos com guitarras na mão e microfones preparados para gritos e sonoridade avassaladora, estrear um palco no maior centro Cultural da cidade.

 

Temos que usar de novos artifícios para a adequarão musical e jornalística, sobre o que estamos fazendo para comunicar os eventos musicais da cidade. A especialização em uma editoria é de extrema necessidade. A editorial artística. Parabéns para os guerreiros da comunicação que lutam contra a corrente com o intuito de informar o público, não importa onde esteja e quem seja.    

 

Diariamente estamos lutando e nadando contra um corrente que atravessa tempos. Todo os dias são brigas para fazermos o que julgamos certo. Mas, nesse ponto o tocante, do salário dos profissionais, fica complicado mudar algo da noite para o dia. Existe uma prostituição do jornalista que é ruim (não existe prostituição boa). Mas novos tempos virão.



Escrito por maycon.victor às 18h16
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Olá, senhoras e senhores receptivos.
Começa mais uma aventura das escritas
pelas linhas cibernéticas do destino
computadorizados.

pelas entranhas do corpo, da alma.
Do pensamento de Guerreiros virtuosos
arrependidos, de mágoa tamanha.
seja do desperdicios
ou do esquecido.

Moças donzelas perdidas nas ondas da amiga, net.

Sou contra a facilidade alojada na mente de quem imagina.
Amanhã, vou continuar o quarto e, os restantes dos capítulos,
ai sim, algumas características serão de terminada pessoa, que conheço e tenho contato.


É reparar na cotação de tempo e o aviso, sobre o que está acontecendo.
Vou deixar nas entre linhas que estamos criando um código simbólico, dos anos 2000.
Usando a modernidade para o conhecimento globalizado e humanitário.

Continuem, colaborando pela nova geração.


Escrito por maycon.victor às 00h47
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Conversa de internet Parte 3 - Leia as outras parte para entender o contexto.

Lembrava do cigarro, e me endireitava na cadeira. Entusiasmava-me a cada resposta dela. Só recebia elogios, dizia que melhorava a sua auto-estima. Óbvio que eu gostava. Então ela quis marcar um encontro. “Então precisamos marcar um bar... cerveja, música e conversa”, disse ela, com tom de amizade. Queria muito encontrá-la viajar nas palavras e nas entre linhas, me declarar, como estava fazendo no MSN, sem ela perceber. Sabendo que nada substitui os olhos nos olhos.

Fiquei com medo que ela se desanimasse com minhas respostas curtas, no decorrer da conversa. Com emotions engraçados ela preenchia meu pensamento de otimismo. E perguntou. “E qndo vcs vão tocar?”. Respondi. “Isso significa que só iria me encontra se fossemos tocar?”. Lembrei que nunca se responde uma pergunta com outra.

Ela foi categórica. “Não coloque palavras na minha boca... alias... nos meus dedos.
Perguntei pq tem mó tempão que não os vejo tocar, oras...”. Desculpei-me e lembrei da mania cretina de ficar me desculpando. Disse que ligaria com intuito de conseguir seu telefone. Fui diplomático, mas o número não apareceu no visor.

Elogiei seu interesse, e fiquei esperando a próxima frase. Em tom de agradecimento ela mandou outro emotion. Fiquei sem assunto, queria logo saber dos resultados dessa conversa. Agora é esperar, pensei sozinho. Finalizamos assim, com ar de amigos e então eu a surpreendi dizendo que iria publicar em meu blog nossa conversa.

O resultado da conversa, só vou publicar outro dia.



Escrito por maycon.victor às 00h41
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Conversas de Internet Parte 2 - Leia a parte 1 para entender o contexto.


Pior disso foi que ela concordou comigo, e pensou como eu. Somos duas pessoas ocupadíssimas, no decorrer da semana. No fim de semana cada um tem sua vida. Eu na minha filosofia com meus amigos de bar, cigarro e rock. Disse que lembro pouco dela, mas lembro e ela. A moça não lembra nada de mim. Empatamos.

Quebramos o gelo e quando concordamos que não éramos tão interessados um no outro me arrisquei. Disse que era a favor, assim como ela, de nos aproximarmos mais, claro que não foi com essas palavras, e foi dessa forma. Ela ficou feliz em saber que eu pensava nela, e disse um segredo, queria ver se ela ia se interessar. E se interessou. Falei de algo que ao saía da minha cabeça.

Aí a deixei curiosa, mas, não no bom sentido, foi assim que imaginei. E ela disparou. “Fiquei curiosa”. Certa vez ela me disse que, se um dia eu ficar famoso, com a banda e se for feito um filme sobre nós, ela queria ter um papel importante, em nossa história. O melhor papel que imaginei pra ela, eu não disse nessa conversa.

Ela perguntou, Porque não sai da sua cabeça? E eu disse, Quero saber qual é o seu papel no filme? Que personagem é você? Nem ela sabia a resposta, e fiquei com medo que me perguntasse, então eu teria que responder. Como responderia? Antes de terminar de pensar ela perguntou. “Qual personagem eu seria?”. E respondi, A personagem que eu quero que você faça, talvez você não ia querer, prefiro deixar em aberto.

Ela disse. “Bom... se a personagem do de groupie da banda, ééé... acho que não pega bem não..”. Disse a ela que não entendi. Ela me explicou que era zueira. Então, concordei e o papo que eu julgava interessante, desanimou. A moça ressuscitou a conversa, “Já que eu não sei qual a personagem eu quero e vc não me fala o personagem que vc quer.... podemos decidir isso juntos com o produtor, diretor e "escritor" do filme!!”.


Comecei. “Mas para escrever o filme, tanto a minha história tem que ser escrita, como a da banda, a final, uma está ligada à outra”. E me esqueci de sua própria história neste ponto da conversa, eu já imaginava a história dela ligada à minha. Ela imaginou que minha vida seria interessante. E falei que isso dependeria do ponto de vista dela. Complementei dizendo que nossas vidas eram interessantes. Deixei guardado comigo, que para mim, nossas vidas seriam mais interessantes se vivêssemos algo juntos.

Escancarei. “Mas para eu entrar na sua história e vc na minha, teríamos que ter algo em comum. Vc não tem cara de atriz coadjuvante e nem figurante”. E com cada resposta minha, imaginava a dela. Elogiou minhas frases, dando-me a certeza que ela era uma pessoa maravilhosa, a qual procurava na vida real e só encontrei na internet.

Iludia-me e gostava disso, passava a vontade de fumar e não ouvia nada. Minha vida sempre foi regida por trilhas sonoras. Então, não ouvia música alguma. Lembrei-me da música do Gun´s que cantei no violão para ela. Ela declarou que minhas frases faziam sentido e eu completei. “Sim, não esperava outra coisa de vc. Claro que tem estilo, voz e forma de principal”.

(Continua) *Essa é uma conversa real entre um rapaz e uma moça.


Escrito por maycon.victor às 01h28
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Uma conversa do meu livro. Conversas de internet

Há coisas estranhas acontecendo. Foi assim que começou nossa conversa, eu fingia que a entendia para ela continuar me contando, o que eu já sabia. Ela dizia que as coisas estranhas que aconteciam não estavam a afetando negativamente, isso demonstrava que ela queria continuar me contando, sobre algo que seria segredo, mas, ela queria que eu continuasse falando, perguntando. A final estava no MSN dela, a frase inicial de nossa conversa.

 

Fui direto, sem rodeios, fui como um lutador de Boxe, ou um jogador que quer fazer o gol no primeiro tempo, ou então o aluno que quer passar nos primeiros bimestres, para relaxar nos seguintes. Ela começou a revelar seus sentimentos, sem mostrar intimidade. Fiz-me de bobo e continuei perguntando.

 

Comecei à instigá-la para mostrar o que realmente queria ver dela, fazendo com que continuasse presa as minha palavras, tentei cativá-la, mostrando-me interessado. Muitas vezes questionando suas atitudes. Aos poucos a vi fugindo de mim, do meu bate papo. Então me tornei o questionador da vez.

 

O que está acontecendo? Perguntei com interesse que ela se abrisse mais comigo. Mas vi que ela estava fugindo. Usei a tática errada, e agora? Pensei, Ela não me responde, deve estar atendo outras pessoas. Esperei, e ela não falou comigo, então continuei esperando, afinal, não queria mostrar a ela, que estava querendo muito teclar com a moça. E pensava comigo na sala quente, ouvindo a tevê, que estava ligada num programa de entrevista.

 

Ela desconversou. Hora de mudar de assunto. Se eu quiser continuar um bate papo produtivo. Mas num instante ela me surpreendeu, dizendo que ela mesma estava surpreendida. E filosofei, disse a ela, “Isso mostra que vc não se conhece e está em fase de se auto conhecer”. Isso não estava me dando crédito, pois, era esse meu objetivo com ela. Ganhar notoriedade em sua vida.

 

E isso fez com que meu papo ficasse chato e ela me deu a chance de falar sobre mim. Foi isso que pensei. Claro que falei que estava com saudades, fazia tempo que não falávamos, e claro queria demonstrar meus sentimentos, em palavras, internet e uma pitada de inteligência. Ela sabia dos meus passos, por onde eu andava, então fiquei curioso e perguntei como ela sabia o que eu estava fazendo. Ela não sabia tanto assim.

 

Seria meu termômetro para saber se ela se interessa por mim, descobrir como ela sabia de mim, mesmo que fosse pouco. E queria demonstrar como eu me interesso por ela, se daria certo um relacionamento com uma pessoa da mesma cidade, separadas pelos afazeres cotidianos. Ela tem outros amigos, outra rotina, e me chama a atenção, isso é importante. Mostrei a ela que eu também sabia pouco da sua rotina.

 

Queria quebrar a distância, e me lembrei que o complicado da história sou eu, e não ela. A moça vive a vida dela, e eu só me importo comigo. Com uma única frase ela me mostrou que o pouco que ela sabe de mim, eu sabia dela também, que não nos falamos por falta de interesse um do outro.

(Continua)



Escrito por maycon.victor às 00h49
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Evento esportivo com rock em Ji-Paraná

Será realizado dia 15 de abril o Dirt Jipa Jam na avenida Marechal Rondon em Ji-Paraná, a competição de manobras de bicicletas, começará as 8 e encerra as 24 horas com apresentação de bandas regionais. Competidores de todo o Estado poderão participar doando 1 quilo de alimento não perecível, como forma inscrição para o evento.

O Dirt (se lê danrt) é um esporte radical praticado por ciclistas que realizam manobras arriscadas numa pista cheia de obstáculos. Apesar de pouco conhecido, esse esporte já está se consolidando no cenário esportivo no centro oeste do País. Em Rondônia cerca de 150 adolescentes se reúnem aos fins de semana em pista improvisadas no mais diversos municípios do Estado.

De acordo com o esportista, Alex Brown, famoso por representar Rondônia em São Paulo, os alimentos serão doados para a secretaria de Ação Social. “Nosso objetivo é realizar um evento beneficente, divulgando a prática de um esporte novo na região, com a participação de bandas de rockâ€, explicou.

Segundo Brown, os jovens não encontram um local apropriado para a realização de manobras radicais, causando transtornos nas ruas das cidades. “Queremos que todos competidores de Rondônia participem, para ajudar e divulgar o esporte em nossa cidadeâ€,
frisou. Segundo ele, rampas de compensado e terra, serão colocadas no local.

De acordo com a organização, uma ambulância ficará a disposição dos competidores e da população. Segundo com o presidente do Movimento Rock Ji-Paraná, Maycon Victor, quatro bandas estão confirmadas para se apresentar para o público. “As bandas confirmadas para o evento são, Calibre a Gosto, Tatudikixuti, Insane´s e Velho Barreiro Socyteâ€, confirmou.

Alex Brown adiantou ainda que haverá a participação do competidor profissional, de São Paulo, Bad Boy, que fará participação especial na competição. “Outros atletas de diversas regiões também maçarão presença no evento. Vamos disponibilizar alimentos e alojamentos para todos os competidores que visitarão nossa cidadeâ€, finalizou.


Escrito por maycon.victor às 02h07
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Ozzy é o pior, e Kurt entre os melhores

 

 

Não sou advogado de nenhum dos dois, e nem tenho os cd´s e mp3 deles. Só que eu converso muito com quem gosta e conhece os dois estilos. Por Exemplo, eu sei que o Ozzy tem uma voz feia, seu guitarrista teve que baixar a afinação do instrumento para que o Ozzy alcançasse as notas. Mas ele canta afinado.

 

Kurt

 

Sei que Kurt Cobain foi um roqueiro depressivo, também é considerado virtuoso, mas não chega a ser um deus da guitarra, o que acontece é que os dois tem pontos positivos e pontos negativo. Mas um é considerado melhor que o outro.

 

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2007/03/07/294827682.asp

 

Mania de comparar

 

Tem uma comunidade no orkut chamada, bandas de jipa. Existem dois tópicos sobre as melhores e as piores bandas de Ji-Paraná. Lá coloquei minha opinião. Confira.

Mas, como determinar quem é bom ou ruim aqui? Ninguém  em Ji-Paraná tem um álbum fechado, gravado.

 

 

Alquimia

 

A única banda que pode ser avaliada é a Alquimia, que gravou, mas nunca lançou, porém todo mundo tem uma música deles. A banda acabou, o vocalista Ronny Ton e companhia fizeram uma apresentação extra, no Ruby Point.

 

 

Puchão de Orelha

 

 

O coordenador do curso de Comunicação Social do Ceulji/Ulbra, toca contra-baixo desde os 13 anos, hoje está na casa dos “enta” (deve ser quarenta, cinqüenta). Participou de várias bandas pelo Brasil a fora, enfim tem experiência musical, e ele sempre falou que: “As bandas de Ji-Paraná, pouco sabem tocar e já querem coisa grande, palco grande, som grande.”.

 

Se você não tem experiência com som ruim, como você, que é integrante

de banda poderá se comportar em cima de um equipamento de ponta. O problema é que as bandas de Jipa, são carentes, mas não procuram movimentar-se.

 

Ps: Desculpe-me os erros de português. Espero os comentários.



Escrito por maycon.victor às 14h11
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Nascemos no Lugar certo na época errada

 

Existe alguns amigos aqui de Ji-Paraná que vão se formar em butecologia. A ciência que estuda os todos os assuntos. Assuntos que são apreciados, informados e entendidos no buteco (palavra legal). Mas, muitas coisas simplesmente são explicadas através de goles gelados de cerveja e, belas baforadas dos fasoso bastonetes ou se prefere cigarros.  

 

Nessas conversas descobrimos que a arte, musicalmente, aqui em Ji-Paraná é movida desde a década de 80. Os musicos sempre levaram na “raça” os eventos da época, “os raçudos” se apresentavam no teatro ainda inacabado. Entre os heróis da resistência de Ji-Paraná, o famoso, Aparecido, Cido ou Cidão, que se apresentava com excelentes couvers de Eros Ramazzotti. Acredite, é assim que começamos a hitória do rock em Ji-Paraná.

 

 

Concluindo

 

E Se essa nova geração de “musicos” que estão bitolados ao som americano, tivessem nascido na época em que grandes lendas lutavam para mostrar o rock nacional para os adolescentes de Ji-Paraná na década de 80?

Como seria?

 



Escrito por maycon.victor às 13h40
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Prefeitura de Ji-Paraná concede aposentadoria a servidores

 

 

 

A Prefeitura de Ji-Paraná através do Fundo de Previdência Social (FPS) concedeu o direito de aposentadoria para quatro servidores públicos municipais. O valor da aposentadoria está sendo depositado em conta corrente na Caixa Econômica Federal (CEF) todo o dia 20 de cada mês.

 

De acordo com o diretor-presidente do FPS, Agostinho Castello Branco Filho, mais uma vez a equipe responsável pelo Fundo dispensou atenção especial por ser tratar dos primeiros aposentados pelo município. Ele explicou que a servidora Maria Miranda Pires é a mais antiga contribuinte e tem total direito de aposentadoria.

 

“Em empresas particulares não é simplificado o processo de aposentadoria. Nem sempre é decidido aposentar o funcionário, por causa da burocracia”, informou. Segundo ele, a funcionária, Maria Miranda Pires, há 16 anos presta serviço á administração municipal. “O FPS tem realizado seus processos compulsoriamente dentro da legalidade”, garantiu o diretor-presidente.

 

A funcionária pública, Marieta Alves Carneiro, disse que quando menos esperou o seu processo já estava pronto e está satisfeita com o serviço prestado. “A equipe da prefeitura preparou toda a documentação e facilitando nossa vida. Conheço casos de pessoas que tiveram muitas dificuldades para se aposentar em outros lugares”, concluiu.

 

O FPS foi criado através de Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) com o objetivo de prestar aos funcionários públicos municipais serviços como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão para familiares em caso de falecimento.



Escrito por maycon.victor às 13h05
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Noticias, cultura e músicas.

Noticias, cultura e músicas.

 

Olá, a partir de hoje começo a escrever crônicas, artigos, letras de músicas e opiniões referente à Ji-Paraná e região.

Quero encontrar pessoas para discussões cotidianas com o intuito de acrescentar algo em termos profissionais e de vida.

Pretendo expor a cultura de Rondônia através dos trabalhos artísticos da nossa cidade.

 

A primeira lição que tirei da minha iniciativa foi que, não preciso concluir o curso de jornalismo que faço no

Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná Ceulji/Ulbra, para começar a expor idéias, para discussões nas mais distintas áreas.

 

Seja bem vindo e sinta-se a vontade para expressar seu pensamento, nas mais contraditórias expressões que vou publicar aqui.

Espero que esse trabalho possa ser levado em consideração, já que, vários nomes que respeito também fazem esse tipo de trabalho.

Por exemplo, o escritor Paulo Coelho e o jornalista Zeca Camargo.

 

A idéia é fazer a difusão em uma linguagem coloquial, informando, opinando sobre coisas de Rondônia, sem ter o ar de tendências medíocres e politiqueiras.

Sem defender empresa A ou B. E sim, expor notícias relacionadas à cultura e principalmente a nossa regionalização.

 

 

Cena rock

 

O Festival Grito Rock que aconteceu em todo o País, deve ter chamado a atenção dos grandes organizadores

de grandes eventos assim também como as grandes empresas. Concluindo, a idéia é chamar a atenção de tudo que for grande,

inclusive o grande público.

 

Com a edição do evento em Ji-Paraná, podemos concluir que várias bandas do Estado, querem vir para Ji-Paraná, até mesmo de fora do Estado.

Temos que procurar valorizar mais o que os outros querem aqui em Ji-Paraná. Mas a cena está se fortalecendo, tem muita gente séria querendo trabalhar com música na cidade e transformar Rondônia em um mercado fonográfico.

 

15 de Abril têm mais rock

 

No próximo dia 15 de Abril, as bandas de rock de Ji-Paraná vão estar se apresentando em local ainda a ser definido em um evento totalmente voltado para jovens.

Segundo a organização do evento o espaço está garantido para a turma do skate e as bandas de rock.

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por maycon.victor às 15h12
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